
O Betis virou o jogo contra o Porto de forma brilhante na última quarta-feira (14), em confronto pela segunda rodada da Uefa Champions League. Antony, que deu uma assistência na partida, teve sua casa roubada durante o confronto.
"Uma noite que prometia ser brilhante acabou se tornando uma noite de raiva, tristeza e frustração. Minha casa foi invadida", disse o atacante, em seu Instagram.
O ex-São Paulo divulgou a situação e revelou que itens foram roubados. Mas, o atleta explicou que a maior frustração é a falta de segurança no local onde vive.
"O que mais dói e me deixa mais revoltado não é apenas a perda material. É a sensação de insegurança no lugar onde deveríamos nos sentir mais protegidos", afirmou.
Antony também fez uma reflexão sobre família e bens materiais: "No fim das contas, minha maior conquista nunca foi tudo o que pude comprar, mas a família que tenho ao meu lado".
"Hoje quero compartilhar uma situação muito triste e revoltante. Uma noite que prometia ser brilhante acabou se tornando uma noite de raiva, tristeza e frustração.
Minha casa foi invadida.
É difícil explicar a sensação de ter sua casa invadida. Saber que tudo o que conquistamos com tanto esforço, trabalho e dedicação foi levado por alguém que não faz ideia das batalhas que travamos para conseguir cada coisa. Mas o que mais dói e me deixa mais revoltado não é apenas a perda material. É a sensação de insegurança no lugar onde deveríamos nos sentir mais protegidos. É olhar para minha família e ver nos olhos das pessoas que mais amo o medo e a insegurança que uma situação dessas deixa para trás.
Diante de tudo isso, uma coisa ficou ainda mais clara para mim: não existe bem material no mundo que valha mais do que a vida, a paz e o bem-estar da minha família. Tudo o que perdemos, podemos recuperar. Continuaremos trabalhando; nossos sonhos ainda estão vivos e nosso desejo de seguir em frente permanece intacto. O que realmente importa é poder olhar para minha família e saber que ainda estamos juntos, unidos e fortes o suficiente para superar este momento incrivelmente difícil.
A raiva e a sensação de insegurança permanecem. Mas também existe a certeza de que nossa maior riqueza nunca esteve nos bens materiais que tínhamos em casa, mas nas pessoas que a transformam em um verdadeiro lar. Porque, no fim das contas, minha maior conquista nunca foi tudo o que pude comprar, mas a família que tenho ao meu lado. E por eles, eu recomeçaria do zero e reconstruiria tudo quantas vezes fossem necessárias".