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O que Vasco ouviu da polícia sobre duelo com Boca em São Januário e como está definição de sede da semifinal
O local do jogo de volta da semifinal da CONMEBOL Sul-Americana entre Vasco e Boca Juniors continua sem uma definição.
30/09/2026 20h00
Por: Redação Fonte: Jéssica Dias
Torcida do Vasco durante jogo contra o Grêmio, pelo Brasileirão João Gabriel Alves/Vasco

O local do jogo de volta da semifinal da CONMEBOL Sul-Americana entre Vasco e Boca Juniors continua sem uma definição.

Nesta quarta-feira (30), o Vasco, representado pelo executivo de operações Marcelo Lopes, se reuniu com a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj) e forças de segurança.

O clube apresentou um laudo do Corpo de Bombeiros liberando a presença de quatro mil torcedores do Boca Juniors, mas a CET Rio, que cuida de interdições e trânsito, e a polícia fizeram ressalvas em relação a logística de chegada dos visitantes.

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O plano é que os ônibus dos torcedores do Boca fiquem alocados no terreirão do samba, que fica há cerca de 5 km de São Januário. A preocupação da polícia é com a via de escoamento e o deslocamento dos argentinos.

Uma nova reunião vai acontecer nos próximos dias para resolver a questão.

Paralelo a isso, o Vasco precisa tentar a liberação da Conmebol para atuar diante de 22 mil pessoas. Afinal, o regulamento exige estádios com capacidade mínima de 30 mil torcedores nas semifinais.

Outra alternativa seria acionar a justiça para mandar o jogo no Maracanã, que não foi liberado pelo Consórcio entre Flamengo e Fluminense.

A partida de volta da semifinal da Sul-Americana está marcada para o dia 20 de outubro, às 21h30 (de Brasília. A ida acontece no dia 13, no La Bombonera, na Argentina.

Indefinição

Inicialmente, a diretoria cruzmaltina ofereceu 2,7 mil lugares aos argentinos e acenou com a possibilidade de abrir mão dos 4 mil ingressos no La Bombonera, que é o número mínimo aos visitantes exigido no regulamento da Conmebol.

O presidente Pedrinho apostava no bom relacionamento com Juan Roman Riquelme, mandatário do Boca Juniors, mas o clube argentino bateu o pé e exigiu os 4 mil lugares.

Sem a liberação do Maracanã pelo Consórcio entre Flamengo e Fluminense, a outra alternativa seria o Nilton Santos, o que não agrada o Boca Juniors, por causa do gramado sintético.