Maior artilheiro do Brasil na história da Copa do Mundo, com 15 gols, Ronaldo Fenômeno acompanhou alguns jogos na atual edição do Mundial, nos Estados Unidos. Ele se aposentou aos 34 anos, em 2011, mas seguiu trabalhando com esporte.
"Quando se decide parar de jogar, parece que morreu alguém próximo. Tive uma depressão forte, engordei bastante. Foi muito difícil largar o futebol. A ideia de não voltar mais a jogar durante um tempo foi marcante", declarou o ex-jogador, em entrevista ao podcast Futebol Legens Talks.
O camisa 9 titular da Seleção Brasileira nas Copas de 1998, 2002 e 2006 também jogou em 1994, quando foi campeão.
Ele encerrou a carreira como atacante no Corinthians, mas antes atuou por Inter de Milão e Milan (Itália), Barcelona e Real Madrid (Espanha), PSV (Holanda), além do Cruzeiro, onde foi revelado.
Como dirigente, Ronaldo ficou de 2021 a 2024 comandando a SAF da Raposa, além de ser acionista do Valladolid (Espanha) entre 2018 e 2025.
"Depois você vê que tem outras coisas para fazer na vida, pode se reinventar, mas a ideia de não voltar a competir durante algum tempo ficou muito na minha cabeça", completou o Fenômeno.