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Ancelotti explica entrada de Martinelli e valoriza atuação do Brasil: 'Não estava perdido como contra Marrocos'
Carlo Ancelotti viu de maneira positiva a atuação do Brasil contra Japão, nesta segunda-feira (29), em Houston. Apesar de sair atrás no primeiro tempo, a Seleção buscou a virada por 2 a 1
29/06/2026 16h07
Por: Redação Fonte: Cadu Fonseca, Matheus Henrique e Murilo Borges, de Houston (EUA)
Carlo Ancelotti dá instruções a Gabriel Martinelli durante jogo do Brasil contra o Japão na Copa do Mundo Torbjorn Tande/DeFodi Images/DeFodi via Getty Images

Carlo Ancelotti viu de maneira positiva a atuação do Brasil contra Japão, nesta segunda-feira (29), em Houston. Apesar de sair atrás no primeiro tempo, a Seleção buscou a virada por 2 a 1, com gols de Casemiro e Martinelli, e garantiu a classificação às oitavas de final da Copa do Mundo.

Em entrevista coletiva logo após a partida no NRG Stadium, Ancelotti fez elogios ao time e rebateu as críticas de quem não gostou do primeiro tempo. Para o italiano, a atuação foi bastante superior à da estreia.

"Estava confiante, a equipe estava jogando bem. Encontramos dificuldade pela força do rival, um time muito respeitável, muito bem organizado, muito perigos, os jogadores fortes, os duelos em nível físico... Mas o time não era uma equipe perdida, como no primeiro tempo contra o Marrocos", falou o treinador.

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"O jogo de hoje era o mais completo na Copa. Acho que sofremos mais na primeira etapa, o Japão estava muito bem fechado atrás e conseguimos achar soluções no segundo tempo. Acho que é uma evolução".

A raiz para a vitória de virada foi do banco de reservas. A entrada de Endrick ofereceu energia ao time, que buscou o empate com Casemiro. Depois, a entrada de Martinelli garantiu o gol da vitória, nos acréscimos, após nova assistência de Bruno Guimarães.

Na entrevista, Ancelotti explicou por que optou por colocar o atacante do Arsenal por dentro e não mais um centroavante, como seria Igor Thiago.

"Era principalmente para colocar um sangue novo em campo. O Martinelli tem muita intensidade, é muita opção muito muito importante porque quando entra sempre está em alto nível. A posição dele permitiu ao Vini jogar um pouco mais aberto", respondeu o italiano.

Agora, Ancelotti e o Brasil esperam pela definição do próximo adversário, que sai do confronto entre Costa do Marfim e Noruega. O técnico da Seleção evitou qualquer prognóstico.

"Temos que esperar e ver o que acontece. Temos respeito a todos os times, eu falar da Noruega hoje pode ser um desrespeito à Costa do Marfim. É esperar e ver, respeitando todos os times e jogadores".

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